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Ataques leva assessor de comunicação da prefeitura à justiça

Ton em post de apoio a Márcia Lucena (PSB)
 Por Eudes Santiago 

Os ataques difamatórios contra a pré-candidata a prefeita de Conde, Karla Pimentel, se avultam à medida que ela toma a dianteira sendo o nome de preferência para as eleições deste ano.

Cristã evangélica, mãe e esposa do também advogado Hermann Lundgren, Karla precisou recorrer à justiça para pedir reparação pelos ataques que tem sofrido do assessor de comunicação da gestão Márcia Lucena, Erbton Gonçalves de Melo (TON MELO).

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A “gota d’água” que levou Karla a procurar a justiça foi a postagem de Ton no último dia 8 de janeiro onde ele se refere a advogada como “papudinha” e sugere que ela esteja sob efeito de drogas: “olha a lombra dessa sujeita”, escreveu o assessor. A mensagem estava acompanhada de um vídeo editado no qual a voz da pré-candidata foi claramente distorcida para fazer parecer que ela realmente houvesse ingerido substância alcoólica ou consumido algum tipo de entorpecente.   

Membro da Igreja Evangélica Assembleia de Deus, Karla afirma não consumir nenhum tipo de bebida alcoólica há muitos anos por razões de fé e de saúde.

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Em outra postagem Ton ataca a honra de Karla oferecendo-se a seu marido, Dr Hermann, para “trocar a linguiça com sua esposa” (SIC). O casal se preocupa por seus filhos terem acesso as redes sociais e de vez em quando se depararem com “ataques ‘baixos’ e caluniosos. Isso não é política”, reclama Karla.

Post de Ton no Facebook

“A justiça precisa parar esse senhor. Não é a primeira vez que ele me difama e não sou a primeira vítima dele. Ele é reincidente e contumaz”, ponderou a advogada.

Em setembro do ano passado Karla procurou a polícia para denunciar este mesmo assessor pelas práticas dos crimes de calúnia e difamação, tipificados nos artigos 138 e 139 do Código Penal. Ainda em 2019 Ton já havia sido denunciado pelos mesmos crimes por uma corretora de imóveis e por uma comerciante.

Se condenado Ton poderá pagar multa de até 40 mil reais e ter de 6 meses a 4 anos de prisão (somados os crimes), conforme prevê os artigos 138 e 139 do Código Penal.


A atuação de Ton geralmente se dá em horário e em local de trabalho.

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