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"PÃO E CIRCO": 6 horas de show e 7 atrações para entregar reforma de mercado e abafar a Calvário

Mercado Público reformado pelo Governo do Estado

 Por Eudes Santiago 

Apertada pelo Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado - GAECO - e denunciada a justiça por integrar uma Organização Criminosa em função de comando, a prefeita de Conde, Márcia Lucena (PSB), recorre a uma estratégia política pré medieval, a "politica do pão e circo".

No "espetáculo" desta quinta (16) a prefeita exagerou a dose, são 7 atrações, que se apresentarão entre as 16 e 22 horas, para entregar a reforma do Mercado João Gomes Ribeiro, no centro da cidade. Detalhe, a obra é do Governo do Estado, assim como o mercado que foi cedido ao governo afim de ter a reforma em questão.

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PANEN NOM SOLUM CIRCUM

É impossível não comparar ações como esta com a "política do pão e circo" estabelecida no Estado de Roma no início do primeiro milênio com o propósito de tirar o foco do povo da realidade. E a realidade de Conde é conhecida, falta médico, remédio, atenção básica a saúde, segurança e atenção ao povo, sobra perseguição, aumento ilegal de impostos e taxas, combate a cultura cristã, empresa "quebrando" e desvio de verba pública.

As comparações param no "circo". Márcia Lucena não tem oferecido mais que "espetáculos" em sua odisseia para continuar prefeita do município. Ela extinguiu as tradicionais entregas de peixe e de milho. Pior que isso. Acabaram-se os fomentos para abertura de novas frentes de emprego e com isso em Conde tem, literalmente, faltado o pão na mesa dos pais e mães de família.  

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Tem sido assim desde que saiu da prisão há menos de um mês, por intermédio de uma duvidosa liminar concedida por Napoleão Nunes. Márcia tem feito uma penosa procissão por shows, construções e bairros da cidade, sempre acompanhada por um séquito composto por comissionados (vários deles constrangidos), alguns poucos beneficiados de sua gestão e uma entusiasmadíssima equipe de cinegrafistas para transformar atos e palavras vazias em show

Os jornalistas sérios da cidade sofrem o dilema de Juvenal, poeta e retórico romano: "Quid Romae faciam? Mentiri néscio" (O que fazer em Roma? Não sei mentir).

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