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Com audiência de assessor da prefeitura marcada, Karla dispara: "Ninguém aguenta mais essa política de ataques pessoais e calúnias"

Erbton Gonçalves, assessor de comunicação da prefeitura de Conde. (Foto: Facebook)
 Por Eudes Santiago 

Preocupada com a evolução de ataques criminosos cometidos por opositores políticos difamando-a e caluniando-a, Karla Pimentel, pré candidata a prefeita de Conde, acionou a justiça contra Erbton Gonçalves de Melo (Ton Melo), Assessor de Comunicação da Prefeitura do município.

A “gota d’água” foi a postagem de Ton no último dia 8 de janeiro onde ele se refere a advogada como “papudinha” e sugere que ela esteja sob efeito de drogas: “olha a lombra dessa sujeita”, escreveu o assessor. A mensagem estava acompanhada de um vídeo editado no qual a voz da pré-candidata foi claramente distorcida para fazer parecer que ela realmente houvesse ingerido substância alcoólica ou consumido algum tipo de entorpecente.  

Após a primeira audiência ser confirmada para dia 24 de abril, do ano corrente, no Fórum de Conde, Karla disparou: "Ninguém aguenta mais essa política de ataques pessoais e calúnias".

Print do PJe que mostra o avanço do processo
"Sou uma defensora incansável da liberdade de expressão. É lastimável ver alguém fazer uso desse direito para cometer crimes contra quem quer que seja, ainda mais quando se tem motivação política e financeira para isso". argumentou Karla. "Atacar opositores com mentiras e ofensas é um comportamento velho, ultrapassado, que não cabe mais no processo político", concluiu a pré candidata.

Especialista nesse tipo de processo, o advogado Eduardo Marques justifica que "a ação visa reparar moralmente a pré candidata Karla Pimentel e também é útil para coibir 'fake news' contra ela. Saliento que além das ações impetradas acionaremos a Polícia Federal para que combata o uso da rede internacional de computadores para cometer crimes de calúnia e difamação".

Se condenado Ton poderá pagar multa de até 40 mil reais e ter de 6 meses a 4 anos de prisão (somados os crimes), conforme prevê os artigos 138 e 139 do Código Penal.


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