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TURISMO MORTO, DITADURA VIVA: O "Conde do Sul" e a Coréia do Norte

Ditador da Coréia do Norte. Prefeita de Conde (Foto: montagem)

A propaganda populista, a perseguição, o controle sobre tudo, a exagerada cobrança de impostos e a censura religiosa são todas práticas muito usadas em ditaduras comunistas. 

Pois bem, perseguições a religiosos em horário de culto e missa, destruição de casa de adversário político e fechamento da Cidade, tudo isso já ocorreu no Conde de Márcia Lucena (PSB).


Desde 2017, mas sobretudo a partir do ano de 2018, não se tem mais turismo na Costa de Conde, e sem pessoas circulando, quase tudo é afetado. 

Não são poucas as postagens em sites e nas redes sociais nesse sentido, retratando uma Jacumã de ruas vazias, de comércios sem vender e de comerciantes e empresários falindo e fechando as portas.

E por quê o turismo caiu tanto, se as praias são as mesmas que sempre estiveram cheias? A resposta é com certeza: GESTÃO. Ou a falta dela. 

O grande problema é que essa gestão sempre busca uma MENTIRA para equacionar a incompetência ou uma falta de ação, e muito antes da malária chegar por essas bandas, o carnaval e a passagem de ano (natal e reveillon) anterior ao surto, já haviam sido de pouquíssima movimentação turística. 

Na época, o secretário de Turismo fez até uma reunião em virtude da insatisfação dos empresários do ramo, convocou os pousadeiros e quando lá chegaram, o mesmo apresentou um pessoal amigo dele, que entendia de marketing e que segundo ele, seria a solução (privada) para o problema, mas desde que os empreendedores pagassem pelo serviço. Claro. 

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Continuando com as práticas comunistas e os pacotes de maldades do executivo de Conde, a gestão municipal continuou avançando com ganância em arrecadar, e quando não criou novas cobranças, aumentou e muito as que já existiam. Entre elas: 

• Aumento de IPTU; 
• aumento do valor de todos os tipos de alvarás;
• criação de pedágios para entrar na cidade;
• instituiu multas de trânsito;
• e no carnaval, pasmem, cobrou-se 400 reais de taxa a um vendedor de cervejas com seu humilde isopor. 


De fronteiras fechadas por conta de sucessivos decretos municipais, o Conde é a "Coréia do Norte da Paraíba", a prefeita a Kim Jong-un tupiniquim, e o povo de Conde, como em toda ditadura comunista, está sem o direito básico de ir e vir, passando necessidades e fome, e pela vontade ou imposição do regime atual, ainda tendo que ficar calado e dentro casa. 

No final, farão o que todo socialismo/comunismo faz, transferir a incapacidade e incompetência de governar e administrar para fatores extra gestão/governo, nesse caso, certamente ao coronavirus, os casos de malária lá atrás, e como também em todo regime, jogar parte da culpa na oposição.

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