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Seinfra soluciona erro de licitação para viabilizar inicio da construção da Unidade de Saúde Quilombola do Gurugí; E tem mais...

 

Ao desenvolver o projeto da Unidade de Saúde Quilombola do Gurugí, a Secretaria de Planejamento da gestão Márcia Lucena (PSB), sob direção de Flávio Tavares (aquele mesmo que arquitetou e operou a decadência da construção civil do Conde), cometeu um erro grosseiro que gerou um atraso de mais de 5 meses no início da obra.

O ex-secretário deixou de observar que a demolição de 2 prédios existentes na área deveria compor o custo total da obra e constar no edital da licitação. A despesa não foi prevista e a FC Empreendimentos Imobiliários Eirelli, vencedora da licitação, ficou impossibilitada de começar a obra.


A obra que deveria ser entregue no início do mês que vem ainda está por começar e só vai começar porque a equipe da Secretaria de Infraestrutura, liderada pelo administrador e engenheiro Tiago Silva, executou as demolições deixando o terreno apto para o início da obra.

A Unidade de Saúde será construída as margens da PB-018, em frente a Escola José Albino Pimentel, ao custo de R$ 912.435,98 oriundos dos cofres municipal. Com o atraso provocado pelo erro, a USQG será entregue apenas no último trimestre de 2021.



Pior. Não se trata de um erro isolado. A UBS de Mituaçú que passou por reforma nos últimos dias da supracitada gestão teve que passar por reparos por erros de projeto. Nesse caso, a própria Vigilância Sanitária identificou em relatório que a Unidade não tinha condições de funcionar.

A pavimentação de ruas da região central de Conde também tem erro de projeto no escoamento das águas pluviais. Como resultado, trechos dos calçamentos estão se desmanchando. E estamos falando de obras que foram entregues há aproximadamente 6 meses.

E para completar esse breve resumo da incompetência da Seplan na gestão Márcia, cito a necessidade de reforma no piso e no vestuário do Ginásio do Centro, entregue nas últimas semanas de dezembro, e as perigosas janelas do Pedro Gondim, além de leis que inviabilizaram o Conde como a do Zoneamento, da PGV, Código de Obras, entre outras.

Agora, sob a direção do gestor e construtor Márcio Simões, a Seplan tenta se reerguer e consertar erros absurdos que hora parecem propositais e hora parecem somente incompetência mesmo.




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